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Uma automação observa algo que acontece na sua operação e reage sozinha. Quando um projeto entra em uma etapa, quando uma etiqueta é vinculada, quando um formulário é respondido ou quando uma data chega, a automação assume e executa o que você configurou: mover o projeto, avisar a equipe, criar um cliente, disparar um webhook.
Tudo que uma automação faz, uma pessoa também poderia fazer manualmente. A diferença é que a automação faz na hora certa, sempre do mesmo jeito, sem depender de alguém lembrar.

Do que uma automação é feita

Gatilho

É onde tudo começa. O gatilho é o evento que aciona a automação. Toda automação tem exatamente um.

Condição

Uma checagem que separa o fluxo em dois caminhos: o que acontece se for verdadeira e o que acontece se for falsa. Opcional.

Ação

O que de fato é feito. Uma automação precisa de pelo menos uma ação para ser salva.
A leitura de uma automação segue sempre a mesma frase: quando acontece o gatilho, se a condição for atendida, então execute as ações.

Quando

Um projeto entra na etapa “Proposta enviada”.

Se

O projeto contém a etiqueta “Cliente novo”.

Então

Adicione um formulário avulso de onboarding e envie um e-mail para o responsável comercial.

Onde criar automações

Existem dois caminhos, e a diferença entre eles muda quais gatilhos ficam disponíveis.
No menu Automações você vê a lista completa da sua conta, com nome, gatilho, quantidade de ações, número de execuções e status. O botão Nova automação abre o editor com todos os gatilhos disponíveis.Use este caminho para automações que não nascem de uma etapa específica, como “quando uma etiqueta for vinculada” ou “quando uma data for atingida”.

Ativa ou inativa

Toda automação tem um status. Uma automação inativa continua salva e editável, mas nunca é acionada, mesmo que o evento aconteça.
Ao salvar, uma automação nova já nasce ativa. Se você está montando algo que envolve muitos projetos de uma vez — como o gatilho de projeto ocioso —, monte com calma e revise antes, porque a primeira execução pode alcançar todos os projetos que já se encaixam na regra.
Desativar é a forma segura de pausar uma regra sem perder a configuração. Excluir remove a automação e o histórico de execuções deixa de estar acessível.

Quem pode mexer

O acesso a automações é controlado por permissões separadas, e elas podem ser concedidas de forma independente:
Ver a lista não é o mesmo que poder editar. É comum dar visualização para a operação acompanhar o que está rodando e reservar a edição para quem cuida do processo.

Limites que valem conhecer

Cada conta tem um teto de automações ativas definido pelo plano. Ao atingir o limite, a automação ainda é criada, mas fica inativa até que você libere espaço desativando outra ou amplie o plano.
O número de execuções também é contabilizado pelo plano e aparece na coluna Execuções da lista. Vale acompanhar automações que disparam com muita frequência, como as ligadas a edição de formulário.
Uma ação pode provocar um evento que aciona outra automação. Isso é esperado e útil, mas existe um limite de encadeamento: a partir de certo ponto a cadeia é interrompida e o registro de execução aponta o motivo.Se você percebeu que uma automação “não terminou”, verifique se ela está no fim de uma cadeia longa. Veja Logs e depuração.
O sistema mantém apenas os registros mais recentes de cada automação. Registros antigos são descartados conforme novos vão sendo criados, então não conte com o log como arquivo permanente.

Por onde continuar

Criando sua primeira automação

Um passo a passo completo, do gatilho até o primeiro teste.

Como o fluxo é executado

Ordem dos componentes, ramificações e bloqueio de fluxo.

Gatilhos

Os sete eventos que podem iniciar uma automação.

Condições

As quatro checagens que ramificam o fluxo.

Ações

As 23 ações disponíveis, agrupadas por assunto.

Variáveis

Como usar dados do projeto dentro de mensagens e campos.

Logs e depuração

Como ler o registro de execução e o que cada erro significa.

Receitas prontas

Montagens completas para cenários comuns.