Etapa espelho
O problema
Quem solicita fica perguntando “e aí, como está?” — e quem executa para de executar para responder.
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Espelhe as etapas
No funil do solicitante, crie etapas com os mesmos nomes das etapas relevantes do funil do executor.
2
Ligue as automações
Em cada etapa do funil do executor, crie uma automação com gatilho Projeto movido de etapa e ação Colocar projeto em etapa, apontando para a etapa espelho correspondente, com a opção de desvincular das outras etapas ligada.
3
Trave o arrasto manual
No funil espelho, crie restrições que impeçam qualquer movimentação manual. Não é opcional: sem elas, alguém vai arrastar um cartão e dessincronizar os dois funis.
Funil gerencial
O problema
A diretoria quer enxergar a operação inteira, mas não opera nada. Um relatório mostra o número; não faz nada quando ele estoura.
- Por faixa de SLA
- Por responsável externo
- Por departamento
Colunas: até 10 dias · 10 a 30 dias · mais de 30 dias · resolvido · cancelado.Automações de projeto ocioso em etapa movem o cartão de faixa em faixa. Ao entrar na faixa mais crítica, uma ação notifica quem precisa saber.
Esteira de agentes
O problema
Vários agentes de IA precisam rodar em sequência sobre o mesmo projeto, e cada um demora um tempo diferente.
1
Crie o funil da esteira
Uma etapa por agente. Ninguém da operação tem acesso — não há interação humana ali.
2
Um assistente por etapa
Cada assistente de etapa roda ao entrar na etapa e grava o resultado em um campo de formulário, não no conteúdo.
3
Encadeie pelo campo, não pelo tempo
A automação que move para a próxima etapa usa o gatilho Formulário editado, restrito ao campo que o agente acabou de preencher.
4
Devolva ao funil operado
Na última etapa, uma automação traz o projeto de volta para a etapa de revisão humana.
Agentes especialistas, não um agente grande
A montagem que reduz erro é contraintuitiva: em vez de um agente que faz tudo, vários agentes estreitos em sequência, cada um gravando a própria conclusão em um campo. E o agente final — o que decide — não relê o material original. Ele lê apenas as saídas dos anteriores. Isso reduz a chance de resposta inventada e o custo em créditos ao mesmo tempo.O agente não tem memória entre execuções. Cada projeto que chega é a primeira vez para ele — o que torna a divisão em etapas especialistas ainda mais importante.
Catálogo de serviço por papel
O problema
Pessoas precisam pedir coisas a outros departamentos, mas não devem ver o funil de quem executa. Hoje elas mandam e-mail.
Aprovação por etiqueta
O problema
Uma demanda pode surgir em qualquer momento do fluxo — pedir apoio ao gerente, acionar um revisor, solicitar uma exceção. Por isso ela não cabe em uma etapa fixa.
1
Crie as etiquetas do ciclo
Por exemplo:
Revisão solicitada, Revisão devolvida, Revisão aprovada.2
Crie o funil de quem atende
Duas ou três etapas bastam: aguardando · em análise · resolvido.
3
Ligue por gatilho de etiqueta
A automação usa o gatilho Etiqueta vinculada a um projeto e coloca o projeto na primeira etapa do funil de atendimento.
4
Defina o SLA do atendimento
Um gatilho de ocioso na etapa de espera cobra quem precisa responder, pelo canal que ele usa.
Este padrão funciona porque a etiqueta aplicada é visível em todos os funis onde o projeto está — e pode disparar automação a partir de qualquer um deles. É um caminho de intersecção que não passa por movimentação de cartão.
Restrição cruzada entre funis
O problema
Um negócio avança até o fim no comercial enquanto o financeiro nunca liberou o cadastro do cliente.
Dependência hierárquica nos dois sentidos
O problema
A entrega só deveria avançar quando todas as subtarefas terminarem — ou o contrário: a subtarefa só deveria começar quando o projeto pai chegar em determinada fase.
A regra é dura em um sentido e generosa no outro: a restrição só aprova se todos os projetos do escopo atenderem ao filtro — mas, se não houver ninguém no escopo, ela é considerada atendida. Um projeto sem filhos passa por uma restrição de descendentes.
Etapa de entrada sem ação
O problema
O projeto nasce vazio e a primeira automação dispara antes de qualquer informação existir.
Etapa própria para cada exceção que você quer contar
O problema
Quando a triagem automática não consegue classificar, o cartão fica preso na etapa da automação e polui a contagem dela.
Campo oculto como saída de emergência
O problema
Alguém moveu o projeto para o lugar errado e a restrição não deixa voltar. Corrigir exige desfazer a regra, mover e recriar a regra — dependendo sempre de quem sabe mexer na configuração.
Contador para medir retrabalho
O problema
Ninguém sabe quantas vezes uma entrega voltou para correção — e “voltou muito” não é um número.
A plataforma já mede parte disso sozinha: nas métricas de etapa, uma contagem de entradas maior que o número de projetos significa que projetos estão voltando. O contador serve quando você precisa do número por projeto, e não por etapa.
Operação fora da plataforma
O problema
A operação não vai adotar mais um sistema — e insistir custa mais do que o processo vale.
Próximos passos
Ordem de implantação
Em que ordem montar tudo isso, e por que a restrição fica quase no fim.
Perguntas de descoberta
O roteiro que revela qual destes padrões o caso pede.