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Tudo o que a plataforma não guarda em campo nativo do projeto — nome, descrição, impacto, receita, cliente — mora em um formulário dinâmico. Na prática, é onde a informação específica do seu processo fica.
Uma forma útil de encarar o recurso: cada planilha e cada documento que a equipe preenche hoje é candidato a virar um formulário. O que se ganha não é só digitalizar a coleta — é que a resposta passa a servir de critério para restrição, condição de automação e entrada de agente de IA.

Um formulário não pertence a nada

Este é o conceito que precisa assentar antes de qualquer configuração. Um formulário é um objeto abstrato: um conjunto de campos que existe por conta própria, sem dono. Ele não pertence a um projeto nem a um cliente — ele é anexado a lugares, e pode estar anexado a vários ao mesmo tempo. E a consequência que muda tudo: em cada lugar onde está anexado, ele acumula um conjunto diferente de respostas. O mesmo formulário “Qualificação” pode estar, ao mesmo tempo, no funil de Vendas, na etapa “Proposta enviada” de outro funil e no cadastro de cliente. São três conjuntos de respostas independentes, da mesma definição de campos.
Por isso a pergunta “quais são as respostas do formulário Qualificação?” não tem resposta única. Falta dizer onde. É esse endereço que a API chama de pivot.

Grava por endereço, lê tudo junto

A outra metade da regra é o que evita a conclusão errada:

Na gravação

Cada endereço guarda o seu. A resposta dada no funil Comercial não é a mesma dada na etapa “Proposta”.

Na leitura

Tudo aparece junto, no cartão, por qualquer porta de entrada. Não importa por qual funil você abriu o projeto.
O dado se espalha na coleta e se junta na leitura. No rodapé do cartão, o botão Formulários reúne as respostas de todos os formulários anexados àquele projeto — do objeto, do funil, das etapas e dos avulsos.

Onde um formulário pode ser anexado

Vale para todos os registros daquele tipo na conta. É configurado uma vez, em Ajustes → Formulários de objeto, e passa a valer para todo projeto, todo cliente, todo contato ou todo usuário.Quatro objetos aceitam formulário: projeto, cliente, contato e usuário. Cada um aceita um formulário.Guarde aqui o que vale em qualquer processo: quantidade de colaboradores do cliente, budget anual, atividade principal.
O formulário do objeto projeto aparece dentro do cartão independentemente do funil. Ele está acima de qualquer funil, e o que for respondido vale para todo mundo.

Como escolher o nível

A decisão é sempre a mesma pergunta: essa informação vale onde?
Errar o nível é o erro que mais custa depois: mudar um formulário de endereço não leva as respostas junto. Vale gastar alguns minutos nesta decisão antes de criar o primeiro campo.

Por onde um formulário é preenchido

O mesmo formulário pode receber resposta por caminhos bem diferentes:

Pela pessoa, ao mover o cartão

O formulário da etapa abre automaticamente na movimentação, junto com o checklist.

Pela pessoa, no cadastro

Formulários de cliente, contato e usuário, na tela do próprio registro.

Por link público

Uma publicação de formulário, respondida por quem está fora da plataforma.

Por solicitação

O catálogo de serviços, para quem está dentro mas não tem acesso ao funil.

Por agente de IA

A saída de um assistente de etapa gravada em um campo.

Por API ou automação

Integrações que trazem dados de outro sistema para dentro do projeto.

O que uma resposta pode acionar

É aqui que o formulário deixa de ser cadastro e vira processo:
Um campo só conta como alterado se o valor mudou em relação à última resposta. Reenviar o mesmo formulário com os mesmos valores não aciona o gatilho quando há restrição de campos.

Onde as respostas aparecem

Próximos passos

Criar um formulário

Os 20 tipos de campo, as configurações de cada um e a lógica condicional.

Publicação de formulários

Links públicos que criam projeto ao serem respondidos.

Solicitações

O catálogo de serviços liberado por papel.

O pivot na API

Como ler e gravar respostas programaticamente.